As Andorinhas (Da série Inéditos e Dispersos)

Ondas que o vento desenha no rio.
Pelo corpo passeia um arrepio,
que não sei é febre,
que não sei se é alegre,
que não sei se é frio,
do que não sei ser mais.
Voltar em mim ao adeus
e às andorinhas: sabem ser sozinhas,
sabem-se; sem os olhos teus.
imagem:Paula Alexandra Oliveira
7 Comentários:
Muito bonito!
Obrigada, Papalagui.
Fico toda envaidecida. Especialmente por ter vindo daí...
andorinha de asa negra onde vais?
que andas a voar tão alta
leva-me ao céu contigo,vá.........
(madredeus)
As andorinhas, que sempre me encantaram... O seu regresso, em cada ano, ao mesmo lugar é uma daquelas coisas em que me habituei a acreditar e a ansiar. Elas sabem ser sozinhas, sabem-se e eu não me canso de querer aprender com elas, sobretudo porque sabem que, no regresso, a casa-mãe estará sempre ali, como os amigos-família também.
Gostei tanto deste teu post, tão simples, belo e sensível. Mil beijos transportados pelas belas andorinhas.
finalmente publiquei coisas novas!
ta uma bagaceríce só !
fases!
Cris,
A-M-O Madredeus, sabia? Estamos nos devendo aquele almoço no Machry. Essa semana foi corrida e não deu. Mas da próxima não passamos!!!
Vou lá ver o novo post depois.
Elis,
que saudades da tua sensibilidade. Tenho feito visitas mais escassas devido as circunstâncias. Mas sinto falta...Bjs
Lindo, Glaucinha! Beijos e saudades.
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