sexta-feira, março 21, 2008

Recheio de Panqueca: rúcula com tomates secos


150rg. de queijo mussarela
150 gr. de ricota
50 gr. de tomate seco
requeijão light a gosto
leite desnatado (pouquinho)
orégano
Misturar e rechear a panqueca.
(receita da Tia Maria Helena, de Encruzilhada do Sul)
imagem: Karen

Marcadores: , , , ,

sexta-feira, março 14, 2008

Adoro o metro. E aprovo muito a idéia dos vagões cor-de-rosa nos horários de pique. O que acho uma pena é que a regra não seja observada por tantos homens. Fico curiosa para saber o que será que lhes vai a cabeça quando embarcam no vagão todo rosinha...

Marcadores:

4 Comentários:

Blogger Luciana disse...

É mesmo que será que passa na cabeça deles... onde tem esse vagão cor de rosa, São Paulo ?
Bjos, Lú.

15/3/08 10:29  
Blogger Gláucia disse...

É o Rio de Janeiro.
Eu cheguei a pensar que fossem vovôs tarados, pela maioria maciça de senhores de idade nesse horários nos vagões, mas agora estou mais desconfiada de que sejam vovôs com medo de batedores de carteira. A hipótese dos vovôs tarados era bem mais divertida!

15/3/08 11:03  
Blogger Luciana disse...

Que legal Gláucia, então você é gaúcha tchê ?! Eu estou aqui pelo Rio Grande faz 11 anos, adoro, apesar te sentir falta da minha terra e da família. Faz quanto tempo que você tá aí ? Tá gostando ? Eu sou da Ilha do Governador, você conhece ? Onde fica o aeroporto internacional, sabe ?
Legal te conhecer, conheci teu blog a pouco, e adorei, pois fala muito de uma outra paixão minha que são os livros.
Bjos, Lú.

15/3/08 14:22  
Blogger msilvaduarte disse...

Quando estive por aí, há um tempo atrás, também gostei do serviço, que foi rápido e eficiente pelo menos nos horários que dele precisei.

E os vagões cor-de-rosa são necessários mesmo, pelo que à época pude constatar in loco.

23/3/08 11:26  

Postar um comentário

Voltar

quarta-feira, março 05, 2008

Desonra - Coetzee


Desonra começa quando a vida patética de David Lurie, um professor universitário metódico e distante, dá uma grande virada. Sua vida sexual, que era "resolvida" com a visita semanal a uma prostituta, muda de rumo quando esta deixa de vê-lo. Ele se envolve com uma aluna, o caso vem à tona como um escândalo pintado com os matizes do politicamente correto. Lurie perde o cargo de professor ao se negar a fazer o "mea culpa" e a se humilhar da forma como a Comissão de Sindicância exigia que fizesse. Mas isso é só o começo. Ele vai para o interior, passar um tempo com a filha que tem uma fazenda. Aí a ambientação do romance passa a ser o meio rural da África do Sul pós-apartheid, numa sucessão de pequenas e grandes desgraças. Num estilo seco, no qual o que há de mais significativo sequer é nomeado, Coetzee vai presentificando um grande peso, uma tristeza irremediável, uma conformidade com o inexorável e uma impotência mansa, tudo aos sussurros.
Grande Coetzee. E eu já tinha gostado do Mestre de Petesburgo...

Marcadores: , , ,

2 Comentários:

Blogger Carla disse...

Desonra e um soco no estomago. Melhor livro que li nos ultimos dois anos. Adoro Sophia tambem. Acho que vou voltar por aqui...

20/4/08 21:40  
Blogger Gláucia disse...

E ontem acabei de ler À Espera dos Bárbaros. É outro soco no estômago, guria. O cara é demais. Tô viciada.

30/4/08 20:13  

Postar um comentário

Voltar

free web stats eXTReMe Tracker

Apollofind Counter

referer referrer referers referrers http_referer